Deseja ser contactado ou tem alguma questão acerca da nossa oferta?







    Vai adotar o modelo híbrido de trabalho? Estes são os erros a evitar

    O modelo híbrido, que conjuga o trabalho presencial com o remoto, começa a ganhar uma maior expressão. Apesar das vantagens deste regime, há alguns aspetos que têm de ser previstos para evitar erros que podem custar muito caro às organizações.

     

    Nem 100% presencial, nem 100% remoto. À medida que as restrições no combate à pandemia de Covid-19 se vão dissipando e o teletrabalho deixou de ser recomendado, muitas organizações fazem questão de continuar a incentivar e a promover modelos de trabalho mais flexíveis, aproveitando as lições adquiridas nos últimos anos. O futuro do trabalho encaminha-se para a adoção plena de modelos híbridos, definidos de acordo com as características de cada empresa. Um dado parece certo: nada será como dantes.
     
    A filosofia inerente ao modelo híbrido de trabalho visa juntar o útil ao agradável. Ou seja, unir o melhor do trabalho presencial e do trabalho remoto, garantindo que cada colaborador tem condições para fazer o seu trabalho a partir de qualquer lugar, sem perdas de produtividade, sem custos acrescidos e sem perda de colaboração entre as equipas.
     
    Como é que este modelo híbrido é implementado? Depende do alinhamento de cada organização. Em algumas empresas, os colaboradores trabalham parte da semana em casa, de forma remota, e os restantes dias no escritório. Outras empresas estão a adotar semanas rotativas entre trabalho remoto e presencial. Algumas, mesmo com um modelo híbrido, permitem o trabalho 100% remoto, especialmente quando os colaboradores estão dispersos geograficamente. E há também organizações que dão aos colaboradores total liberdade para definir os dias em que trabalham presencialmente e aqueles em que trabalham remotamente.
     
    De acordo com o estudo recente “Future of Work Series: Reimagining Workforce and Workplace Mechanisms” (ManpowerGroup), 92% das organizações estão a avaliar ou a planear a mudança para um modelo híbrido. Mas para que esta transição seja feita com sucesso, garantindo a produtividade e a integração das equipas, assim como a existência de uma cultura empresarial sólida, é importante acautelar alguns aspetos essenciais.

    Trabalho Híbrido

    É fundamental que as organizações definam as regras e o modelo de trabalho híbrido mais adequado para a sua estrutura, de forma a assegurar algumas das questões mais importantes, nomeadamente: a manutenção da cultura da empresa, a garantia dos níveis de produtividade, a segurança cibernética e a colaboração e proximidade entre as diversas equipas.
     
    Acelere o passo para o modelo híbrido na sua organização e saiba como evitar alguns dos erros mais comuns na implementação desta forma de trabalhar. Acautelar estas questões permite-lhe poupar custos desnecessários, evitar quebras de produtividade e agilizar a curva de aprendizagem de toda a empresa no mundo híbrido.

    5 erros a evitar no modelo híbrido

     
    Dentro do modelo híbrido, os métodos de trabalho podem ser muito diferentes de empresa para empresa. Mas há alguns cuidados gerais que devem ser acautelados para evitar erros. Tome nota.

    1. Não definir regras

     
    Deixar fluir o modelo de trabalho híbrido, sem definir regras ou estratégia, deixando ao critério de cada colaborador a gestão entre trabalho presencial e remoto, dificulta a organização do trabalho e a gestão das equipas.
     
    O ideal é que cada organização apresente claramente o modelo de trabalho híbrido a adotar (incluindo processos participativos em que são ouvidas as expetativas das equipas), os benefícios esperados, estratégias e regras de base, funções a desempenhar e possíveis riscos (acompanhados de estratégias para a sua gestão e mitigação). Entre os riscos, tenha em conta que cada colaborador tem a sua própria curva de aprendizagem a um novo modelo de trabalho e que nem todos podem adaptar-se ou sentirem-se motivados em ambiente remoto, por exemplo. É importante, por isso, que as regras (e até os próprios contratos de trabalho) contemplem alguma flexibilidade no tempo de adaptação e na forma como cada colaborador é integrado no modelo de trabalho definido pela organização.
     
     

    2. Não dotar a equipa das ferramentas tecnológicas corretas:

     
    A tecnologia foi e continuará a ser o grande instrumento de apoio das empresas para garantir a comunicação e a colaboração dos colaboradores, independentemente do local onde se encontram. Seja no escritório ou em casa, o investimento em soluções tecnológicas colaborativas vai continuar a ser um ponto crítico para o sucesso das organizações e para a manutenção ou melhoria dos níveis de produtividade.
     
    Este é, portanto, o momento para rever e atualizar as ferramentas e as soluções de software que melhor dão apoio ao modelo híbrido. Soluções como o Microsoft Azure, o Outlook, o Microsoft Teams, ou o Windows Virtual Desktop são soluções importantes para conferir uma maior agilidade ao trabalho híbrido, garantir o acesso dos colaboradores a informação essencial da empresa e também para promover a conectividade.
     
     

    3. Esquecer a cultura organizacional

     
    Este é um dos principais desafios das organizações no trabalho híbrido: como fomentar e promover uma cultura de empresa quando os colaboradores estão dispersos entre o escritório e o trabalho remoto? Se a questão cultural não for assegurada, podem mesmo gerar-se algumas divisões internas entre quem está no escritório (e tem acesso a mais informação e conetividade com as lideranças) e quem está a trabalhar remotamente (pois poderá sentir-se mais desintegrado e em desvantagem).
     
    Para evitar este tipo de situações é importante que a comunicação seja centralizada numa plataforma específica para que as informações e mensagens mais importantes não se percam e sejam partilhadas por todos. Também nesta dimensão as soluções tecnológicas de partilha e colaboração – como o Microsoft Teams – assumem uma importância crucial. É também desejável apostar na criação de oportunidades de socialização, de forma a unir as equipas e ajudá-las a manter laços fortes com a organização, independentemente do local onde trabalham.
     
     

    4. Descurar as questões relacionadas com a cibersegurança

     
    Este é um tema particularmente sensível, numa altura em que as ameaças cibernéticas são cada vez mais frequentes e mais sofisticadas. O facto de o trabalho remoto ter esbatido as fronteiras da utilização dos equipamentos para fins profissionais e o uso pessoal aumentou o nível de ameaça sobre a segurança dos dados.
     
    Neste sentido, a combinação entre o regime físico e o remoto exige da parte das empresas a adoção das melhores práticas de cibersegurança para não colocar em risco as informações relacionadas com a organização, os seus clientes ou os próprios colaboradores. Soluções de segurança robustas, como o Watchguard, são recomendadas para dar proteção máxima à informação da sua empresa.
     
     

    5. Não incentivar os colaboradores

     
    Em muitos setores de atividade, um dos grandes desafios que as organizações enfrentam passa pela capacidade de reter talento. O regime híbrido é um modelo que promove a flexibilidade e ajuda a manter os níveis de satisfação dos colaboradores. Mas é preciso mais. Não se esqueça de que são as pessoas que fazem as organizações. Por isso é importante prever alguns incentivos, nomeadamente aqueles que se referem ao trabalho remoto. Na Alvo, por exemplo, os colaboradores têm um plafond anual para comunicações e equipamentos.

    Se a sua organização precisa de apoio para encontrar as melhores soluções que permitam assegurar uma transição eficaz para o modelo de trabalho híbrido, entre em contacto connosco. Na Alvo, somos especialistas em promover modelos de trabalho flexíveis, com tecnologia robusta, segura e fácil de usar. Ligue grátis 800 789 789 ou contacte-nos por e-mail para [email protected].