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Direto ao Alvo: Carlos Couto sobre a Alvo Tech Jam

“É um feito termos reunido tantos parceiros de negócio num só local”


A Alvo voltou a reunir vários especialistas em soluções tecnológicas de gestão numa tarde de sessões sobre as últimas tendências da área. A Alvo Tech Jam aconteceu na passada semana, no Espelho de Água (Lisboa) e, nesta entrevista, Carlos Couto, CEO da Alvo, revela as ideias debatidas, as principais conclusões e os planos para próximos eventos.
 
 

Como nasceu a ideia da Alvo Tech Jam e no que consistiu?

Há três anos que a Alvo não organizava um evento desta envergadura, em que reunimos no mesmo local os nossos principais fornecedores e parceiros de negócio para, durante uma tarde de trabalho (e alguma descontração), assistirmos a intervenções de vários especialistas em soluções tecnológicas de gestão.
 
Este tipo de evento é muito importante para a Alvo, já que sentimos a necessidade de nos aproximarmos mais dos nossos clientes e potenciais clientes e discutirmos as últimas novidades do mercado. É um feito termos reunido tantos parceiros de negócio num só local. O resultado foi uma tarde bastante produtiva.

 
 
 
 

Carlos Couto - CEO da Alvo

A agenda estava focada em diferentes soluções tecnológicas, tanto de produtos desenvolvidos pela Alvo como de ferramentas criadas por parceiros. Este alinhamento permitiu espelhar o portfólio diversificado da Alvo? Quais foram as principais ideias a reter?


Nestas sessões de trabalho mostramos algumas das soluões que desenvolvemos enquanto integradores e aliados estratégicos junto dos nossos clientes e parceiros. Contámos com a presença, por exemplo, da Tech Data, uma empresa que tem uma vasta oferta, quer de equipamentos, quer de software, incluindo as soluções Microsoft. A própria Microsoft esteve presente com soluções como o Dynamics 365, nomeadamente da sua componente Sales que, entre outras vantagens, é capaz de gerir vendas e equipas.
 
Tivemos também uma intervenção do Nuno Queirós, da Primavera, apresentando as novidades da versão 10 do software de gestão Primavera, e inclusive revelou em primeira mão o inovador módulo de dashboard que vai ser lançado brevemente. Seguidamente assistimos a uma conversa sobre segurança. Discutimos os riscos atuais e a importância de aplicações como o WatchGuard para prevenir dissabores antes que falhas de segurança aconteçam.
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Ainda no que respeita a soluções desenvolvidas por parceiros, terminámos a tarde de trabalho com a Odysai, que se centrou no software de digitalização de documentos DocDigitizer, ferramenta que se destaca da concorrência, nomeadamente ao utilizar inteligência artificial para detetar conteúdos, por exemplo de faturas, em vez de trabalhar com base em formatos pré-definidos. Esses dados são depois assimilados diretamente no Primavera através de um integrador desenvolvido pela Alvo.

Relativamente a produtos desenvolvidos pela Alvo, apresentaram alguma novidade?


Ao longo da tarde falámos sucintamente dos produtos criados na Alvo que temos estado a trabalhar e que estão disponíveis em formato app nas lojas dos sistemas Android e iOS. Como as aplicações Mytho, Ohtym e Alma, três soluções que, naturalmente, conhecemos bem internamente, mas que são ainda pouco conhecidas de alguns clientes. Destaque para este último, o Alma, criado de acordo com as melhores práticas e que permite uma melhor gestão de projetos, tanto num computador, como num smartphone. Além disso, inclui integração com o Primavera, e com isso a capacidade de se conseguir uma visão global da margem e rentabilidade dos projetos.

Que mensagem gostaria de deixar à comunidade que esteve no Alvo Tech Jam?


Na minha apresentação de abertura abordei a questão da atual evolução que assistimos para uma sociedade mais desmaterializada e digital. Repito o alerta que deixei nessa sessão: enquanto players de mercado, não podemos perder o comboio; temos de nos manter atualizados e ser mais ágeis e produtivos; caso contrário vamos ficar pelo caminho face a outras empresas mais jovens que estão a entrar no mercado. Estas vêm com uma perspetiva de trabalho completamente diferente, mais desligada de processos rígidos, mais desligada do papel. Temos de estar – e conseguimos estar, se quisermos – ao nível, ou acima do nível dessa concorrência, de modo a continuarmos competitivos no mercado português e internacional.

Existem planos para mais eventos Alvo no futuro?


Tencionamos repetir este tipo de iniciativas para o ano, mas num formato diferente face à compreensível pouca disponibilidade dos participantes em despender uma tarde inteira num evento desta tipologia, para além da questão de nem todas as pessoas terem os mesmos interesse. Por isso, no próximo ano queremos apostar num maior número de eventos, mas mais sectoriais, curtos e sempre descontraídos.