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Como fazer uma boa gestão do cash flow e melhorar a liquidez da sua empresa

Precisa de melhorar a liquidez na sua empresa e aliviar o impacto económico da pandemia? Saiba que existem estratégias e instrumentos que poderão ajudar a sua empresa a gerir de uma forma eficaz o cash flow e a obter um maior equilíbrio de tesouraria, mesmo sem aumentar receitas. A tecnologia e a digitalização de processos dão-lhe, como sempre, um apoio fundamental neste caminho.

 

 
A definição de uma ‘boa empresa’ poderá ter diferentes respostas, consoante o ponto de vista de cada pessoa. Um diretor de recursos humanos, por exemplo, dirá que uma boa empresa é aquela que atrai e retém profissionais com talento, que acrescentam valor e se sentem felizes na organização. Já na perspetiva de um gestor, uma boa empresa é aquela que é lucrativa, inovadora e ambiciona continuar a crescer e ser líder de mercado. Do ponto de vista financeiro, poderá dizer-se que uma boa empresa é aquela que faz uma boa gestão do seu cash flow, garantindo que há liquidez suficiente para as operações do dia-a-dia. Na verdade, uma gestão eficaz e cuidadosa da tesouraria é um dos trunfos para a resiliência e sucesso de uma organização – sobretudo num contexto tão incerto e vulnerável como este que atravessamos, em plena pandemia de Covid-19.
 
Veja como pode melhorar a liquidez da sua empresa e agilizar a gestão de cash flow, tirando partido da tecnologia e digitalização das operações.
 

Os indicadores-chave para a gestão do cash flow

 
Todos os dias, as empresas deparam-se com pagamentos que têm de ser feitos: os salários dos colaboradores, os impostos, os fornecedores, entre tantos outros. Para fazer face a estas obrigações é fundamental garantir que a empresa tem liquidez suficiente. Na avaliação da eficácia de gestão do cash flow existem três variáveis determinantes:

  • O prazo dos recebimentos: Ou seja, o número médio de dias que os clientes demoram a pagar pela compra dos seus produtos ou serviços. De acordo com as estatísticas oficiais do Banco de Portugal (BPStat), relativas ao terceiro trimestre de 2020, as empresas portuguesas (não financeiras) têm um prazo médio de recebimentos de 58 dias. Olhando só para as PME, o prazo médio alarga para 67 dias, com as grandes empresas a esperarem 47 dias para receber.
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  • O prazo dos pagamentos: Corresponde ao tempo que a empresa demora a pagar as faturas aos seus fornecedores. Segundo as BPStat, as empresas portuguesas registaram no terceiro trimestre de 2020 um prazo médio de pagamentos de 65 dias (70 para PME; 59 para grandes empresas).
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  • Inventário: Corresponde ao stock de produtos e de mercadorias que a empresa precisa para poder operar sem falhas. Este ponto é especialmente relevante no atual contexto de pandemia. Recorde-se que no ano passado, devido ao aparecimento da COVID-19, as cadeias de abastecimento sofreram ruturas e, como consequência, muitas empresas ficaram sem materiais para continuarem a desenvolver a sua atividade.

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Recomendações para melhorar a gestão da liquidez da sua empresa

 
1. Invista num software que permita criar automatismos e o ajude na gestão da tesouraria
 
Ponha a tecnologia a funcionar a favor do seu negócio, com um software de gestão que adicione automatismos e inteligência aos seus processos de faturação e tesouraria. Na Alvo recomendamos o ERP Primavera, um sistema a partir do qual é feita a contabilidade de gestão, analítica e financeira da empresa. Este software permite, entre outros aspetos, a criação de automatismos que simplificam a gestão da tesouraria (com alertas sobre os movimentos e projeções do fluxo de caixa), reduzem as falhas nos valores e prazos dos pagamentos e recebimentos e aumentam a eficácia das cobranças. Ao integrar a Power Platform da Microsoft com os dados do ERP, esta capacidade de automatizar processos e análises é alargada a novas ferramentas e possibilidades, incluindo dashboards de tesouraria, que juntam movimentos recentes, movimentos iminentes e cenários de previsões futuras a partir dos dados atuais. Tudo para que tenha processos mais rápidos e uma visão integrada detalhada (atual e de futuro) do seu cash flow.
 
2. Negoceie prazos de recebimento mais curtos.
 
Receber o mais rápido possível. Este é o sonho de qualquer gestor de uma empresa. Para evitar prazos de recebimentos muito longos é fundamental ter um sistema de cobranças eficaz e uma estratégia de recebimentos para diminuir os prazos. Esta estratégia pode passar, por exemplo, pela atribuição de incentivos ao pronto pagamento ou para quem pague em prazos mais curtos.
 
3. Pague a tempo e a horas
 
Um dos principais problemas da economia portuguesa enfrenta são os atrasos nos prazos de pagamento. Esta questão faz perpetuar ciclos financeiros nocivos, levando muitas empresas a recorrerem a linhas de crédito para cobrir as falhas de liquidez. Por essa razão, deverá fazer os seus pagamentos dentro dos prazos estipulados. Recorde-se que ao pagar a tempo e a horas não só terá uma visão mais realista sobre a situação da sua tesouraria, mas também estará a construir uma relação de maior confiança com os seus fornecedores. Esse capital é fundamental para que os seus fornecedores tenham a segurança para conceder à sua empresa prazos de pagamento mais alargados.

 
 
 
 
 
4. Faça uma gestão inteligente dos seus stocks
 
O inventário é, muitas vezes, uma fonte relevante nas despesas de uma organização. Afinal é preciso ter em stock os bens e mercadorias necessárias para garantir a operação diária da empresa. O desafio das empresas está em conseguir encontrar o ponto de equilíbrio para acautelar a existência de mercadorias suficientes para corresponder a um eventual aumento da procura e, ao mesmo tempo, evitar que existam bens que fiquem em stock durante muito tempo. Para evitar que o dinheiro da sua empresa esteja muito tempo parado é fundamental fazer auditorias regulares para perceber os stocks disponíveis, registar todos os artigos que entram e elaborar um plano de contingência.
 
A versão 10 do ERP Primavera é um apoio tecnológico indispensável a esta gestão eficiente do inventário, através de ferramentas que rastreiam o estado dos stocks em tempo real e que permitem projetar e automatizar as futuras necessidades de compra, entre outras funcionalidades desenhadas para aumentar a rentabilidade do seu armazém.
 
5. Se necessário, recorra aos instrumentos financeiros de tesouraria dos bancos
 
O sistema bancário tem ao dispor das empresas, sejam elas de pequena, média ou grande dimensão, instrumentos financeiros para as apoiar na gestão do seu cash flow, principalmente, em momentos de rutura na tesouraria. Entre as soluções mais relevantes estão as seguintes:

  • Factoring
  • Confirming
  • Crédito em conta corrente
  • Antecipação do reembolso do IVA

 
Estas soluções permitem às empresas obter uma “folga” na sua tesouraria, seja através da antecipação de recebimentos (como é o caso do factoring ou da antecipação do reembolso do IVA) ou de linhas de crédito de curto prazo (como é o caso do crédito em conta corrente).
 
Além dos produtos financeiros já “habituais” nos bancos, existem também novas linhas de financiamento públicas de apoio à tesouraria das empresas, lançadas no âmbito das medidas de apoio à economia para combater os efeitos da pandemia – incluindo uma linha de crédito criada especificamente para financiar as necessidades de tesouraria das micro e pequenas empresas.

A sua empresa tem dificuldades em automatizar e melhorar a tesouraria e cash flow? Na Alvo, estamos prontos a apoiá-lo na implementação de soluções tecnológicas à sua medida, que trazem maior eficácia e previsibilidade ao desempenho financeiro da sua empresa, melhorando a liquidez da sua organização mesmo neste contexto desafiante. Comece já a transformação digital dos seus processos: contacte-nos gratuitamente – e sem compromisso – para o número 800 789 789 ou envie e-mail para [email protected]